O estado, sim, cumpre o piso proporcional

Mesmo assumindo um estado completamente quebrado, o governador Romeu Zema foi capaz de promover um amplo processo de ajuste das contas, inclusive colocando em dia o salário dos servidores.

Conseguiu ainda abrir espaço para um reajuste salarial a todos os servidores, no exato valor da inflação do ano passado.

Mas os sindicatos de professores parecem querer voltar ao tempo dos salários atrasados e calote no 13°, e seguem em GREVE por aumentos salariais irreais. Não dizem, é claro, de onde tirar o dinheiro – porque não há de onde tirar. Estão novamente punindo nossas crianças, que haviam acabado de voltar às escolas após quase dois anos sem aulas presenciais.

Não podemos permitir! Não podemos prejudicar nossos alunos e abandonar a responsabilidade fiscal para atender ao interesse dos grupos organizados. Minas não quer voltar ao passado.

Em entrevista à rádio Super, a Secretária de Educação de Minas Gerais, Júlia Sant’Anna, contou sobre os desafios enfrentados para negociar a retomada das atividades pelos grevistas e os impactos desse período na vida dos estudantes.

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